Número de casos de sífilis aumenta no Brasil

A sífilis é uma doença infeciosa causada por uma bactéria adquirida através de relações sexuais ou por contato direto de sangue infectado. Uma das principais preocupações é que ultimamente o número de pessoas que adquiriram essa doença tem aumentado bastante, já sendo considerada uma epidemia. De acordo com o Ministério da Saúde em apenas cinco anos, o número de casos de sífilis aumentou 5.000% de 1.249 em 2010, para 65.878 em 2015. Preocupado com esse número o Ipasgo está participando dessa campanha de prevenção a sífilis, divulgando informações relevantes aos colaboradores e usuários.

 

Algum tempo atrás essa doença estava esquecida, mas ultimamente o número de pessoas contaminadas aumentou muito. Segundo especialistas, os casos aumentaram devido ao avanço dos tratamentos das doenças sexualmente transmissíveis, deixando as pessoas com menos medo de contrair a doença.

 

A sífilis tem 4 fases, a primaria dura de 4 a 8 semanas e os únicos sintomas são feridas indolores na área infectada. A secundária dura de 2 a 6 meses e os principais sinais são machucados espalhados pelo corpo, que se concentram nas mãos e pés. Já a fase latente dura de 2 a 40 anos, período em que sintomas desaparecem, o mais perigoso, quando a doença não é mais contagiosa, mas que ataca a pessoa que contraiu. E a terciária que ela reaparece atacando cérebro, rosto e pernas.

 

Uma das principais preocupações são os jovens e gestantes. O Ministério da Saúde nos mostra que em 2004, 58,4% dos jovens de 15 a 24 anos usavam o preservativo em relações casuais; em 2013, última data da pesquisa, o número diminuiu para 56,6%. E entre 2014 e 2015 houve um aumento de 32% nos casos de sífilis entre adultos, e mais de 20% em mulheres grávidas.

 

A sífilis na gravidez além de prejudicar a mãe prejudica também o bebê, quando não é feito o tratamento correto, podendo causar problemas graves como cegueira, surdez, problemas neurológicos e nos ossos. Se a grávida tratar a doença durante a gravidez ela pode evitar a transmissão para o bebê, a chamada sífilis congênita. É importante que o parceiro da gestante faça também o tratamento para evitar a progressão da doença e a recontaminação da mulher.

 

O diagnóstico da sífilis é feito através de exame de sangue especificado para a doença. A sífilis tem cura e o tratamento é feito com antibióticos apropriados a doença. O mais importante é prevenir sempre, usar camisinha em qualquer relação sexual!

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